Mágoas previstas



«É bem feito! Não tenho pena nenhuma.
Ai julgas que as pessoas têm de estar eternamente à tua espera, como se fosses uma donzela encantada à espera do príncipe anónimo? Ainda para mais a troco de nada? É que és tolinha... Em que mundo vives tu, mulher?
O tempo passou? Pois passou. Não querias que ele esperasse por ti também, pois não? Ah... Pensei.
Ai já acordaste? BOA! O pior é que já foi tarde.
Claro que não, é óbvio que não há nada que possas fazer agora.
Ai não merecias isto... ah... Mas é claro que merecias, muito pior até. Não és nenhuma flor intocável muito menos algo inacessível e tão raro que nem qualquer um pode aceder.
Ai tu pensavas que sim... Ah, está bem então.
Sim.
AH?
Sim, e que tem a ver o facto de seres paranóica, para o assunto? Deixa de ser, ora foda-se! Os outros têm mais que fazer que andar a lamber-te as botas para receberem nada mais que ZERO, não achas?
Ah?
Menos, está bem? Cresce e vê se aprendes a decidir- te acerca do que queres.
Ai não queres? Pronto, então porque é que estás assim nesse estado?
Ah??
Foste tu que pediste, já sabias que era muito provável dar-se tal acontecimento e que os seus lindos olhos não servem só de enfeite ou técnica de engate, mas essencialmente de excelentes olheiros de beleza.
Ah?
Quê?
Olha, não há nada a fazer.
Ai se sabias... pois era, mas há sentimentos que não duram para sempre, é preciso mantê-los e cativá-los.
O quê??
Então pronto! Se não gostas, não gostas, para que é que estás com merdas?
Ai faz-te confusão... está bem...
Ah? Nada. Obviamente que não podes fazer nada agora, aliás nem deves! Meteres-te agora no meio da zaragata não pode ser uma solução para o que fizeste. Tu é que assim escolheste. Ai é do hábito... DESABITUA-TE. Não és dona de ninguém.
Pois é... Azar menina. A vida é assim. Tens de ser mais concreta e decidires o que é que queres da puta da vida.
Quê?
Claro! As pessoas não são marionetas que tu manejas a teu bel-prazer.
PACIÊNCIA.
Todos têm o direito a ser feliz.
Ai estás confusa? Toma um xanax que isso passa-te e vai mas é dormir que o teu mal é sono e, já que nada mais podes fazer, deixa os outros seguirem com a vida deles em frente.
Que foi? Tiveste o teu tempo de antena. Não és divina, não és nenhuma criatura celeste ou angelical nem nada que se pareça.
Ah? O que é que estás para aí a dizer??
Por favor, nem tentes colocar-te como termo de comparação com a pessoa em questão (!)



Perdeste! A tua vez já passou.
Mete isso na cabeça e caga para o assunto.»


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A inveja é um defeito inqualificável




É perfeitamente aceitável quando uma pessoa admira outra por qualquer motivo e, por vezes, sente uma certa admiração que pode resultar num complexo de inferioridade por não conseguir ser como ela naquele aspecto, ou porque se sente injustiçada. O que não é normal é depois de todos saberem, depois de todos comentarem, depois das próprias circunstâncias demonstrarem que essa pessoa não é melhor que os outros e nem tão pouco é o que julga ser, essa mesma pessoa continuar com o pescoço comprido, fingindo que nada se passa (porque não existe mais nada para além dela)e ainda conseguir ter a coragem de fazer expressões de troça, dúvida e indignação quando os outros são elogiadas.
A única conclusão que posso tirar a respeito dessas mesmas pessoas é absolutamente desprezível, no entanto verdadeira.
São pessoas cínicas, sáo pessoas negativas, são desprezíveis, são mesquinhas, são caprichosas, são ridículas, são frustradas e até ouso mesmo chamar-lhes ESTÚPIDAS.
Essas pessoas dão-me náuseas, dão-me pena, mas ao mesmo tempo gozo, porque sei que cada elogio que recebo,(e se o recebo é porque o mereço e trabalho para ele ou tenho atitudes para que mo deiam) é mais um sinal para essas pessoas de que não são o expoente máximo da perfeição. É o melhor de todos os castigos que lhes posso dar.
Não digo que muitas das vezes não me apeteça perder as estribeiras, descer de nível e resolver o assunto com as minhas próprias mãos, porque de facto, irrita, e só quem já esteve na mesma situação que eu é que, provavelmente, me compreende melhor.
Contudo, é como diz uma certa pessoa, "toda aquela raiva um dia apoderar-se-á do seu pensamento como sendo um sentimento de pena de si própria e, consequentemente, ela descobrirá a frustração medonha de que é feita".Por isso, não tenciono perder tempo com este tipo de mesquinhices, só lammento existirem pessoas providas de tamanha ruindade que vivam da desgraça dos outros e depois ainda tenham o descaramento de dizer por entre lágrimas "Estão sempre a ver se eu caio, para, na primeira oportunidade me rebaixarem". O único comentário que tenho a fazer sobre isto é extremamente básico. Estas criaturas despezíveis rebaixam-se a si próprias sem a ajuda de ninguém. Caem sozinhos, não precisam que ninguém os empurre. Caem quando criticam os outros, caem quando os tentam fazer cair, caem quando menos esperam, e para grande auto-humilhação, caem sem se dar conta que caem.



Lembrem-se sempre disto, vocês, os invejosos:

A inveja é um grande defeito, que faz grande o INVEJADO e pequeno o invejoso.
Se vocês imitam os outros, é porque têm inveja deles, e se têm inveja deles é porque eles são melhores que vocês.
A inveja não é vocês quererem o que os outros têm, isso é cobiça, inveja é vocês quererem que os outros não tenham.
E só mesmo para terminar, nunca se esqueçam que a vossa inveja só faz aumentar o ego de quem invejam.


Sabem que mais...?

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Orgulhos



O orgulho é uma auto-defesa que, à partida, está sempre apta para intervir naquelas situações em que a nossa mente insiste, a todo o custo, em levar uma discórdia avante, mesmo que esta seja por um motivo absolutamente ridículo e descabido. E depois disto, acontece-nos sempre a mesma coisa, nas mesmas circunstâncias de sempre. Funciona como que um alucínio passageiro, que consiste numa voz que acreditámos ouvir vinda bem lá do cimo a dizer "Não tive razão, mas agora o que está feito, feito está". Assemelha-se a um eco estridente, por vezes ensurdecedor que, ou acaba por nos fazer mudar de ideias em relação à atitude previamente errada que tomamos há uns minutos atrás, ou então começa a pesar-nos naquela dita "consciência" de que tanto falamos e às tantas nem a sabemos definir da forma mais correcta.
Pronto, o orgulho é isso mesmo.
É a incapacidade que uma pessoa tem de não conseguir admitir as suas falhas e devaneios, os seus erros e as suas culpas.
Todavia, sabemos que o orgulho não deixa de ser um importante instrumento para utilizarmos quando há alguém que pretende subrepor-se a nós. E aí, usa-se aquela velha expressão "Eu também tenho o meu orgulho, a minha dignidade".
O que não é lá muito aconselhável é quando o orgulho se transforma em teimosia e consequentemente nos faz perder a percepção de que não somos perfeitos e que os outros têm tanto direito de ter a razão como nós.
Por isso, convém que tenhámos cuidado com o "orgulho". Tanto nos pode ajudar como nos pode levar a tomar entidades que não queremos, de modo algum, adoptar :x



Em suma, uma pessoa orgulhosa é alguém que não ouve ninguém e que julga ter a razão como sua herança eterna.
No fundo não passa de um maníaco que não consegue mencionar a palavra


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Manias...! Cada um tem as suas.



O que é uma pessoa fútil?
É alguém que se olha ao espelho o dia todo? Não.
É alguém que se maquilha exacerbadamente? Também não.
É alguém que não consegue sair de casa sem se maquilhar? Não, senhora.
Então? O que é uma pessoa fútil, afinal? :s



É uma pessoa que faz isto tudo e ainda gasta balúrdios para se falsificar, omitindo a beleza que é natural de si.
Por outro lado, também pode ser alguém que apenas necessita de todas essas "barroquices" porque simplesmente não se dá valor algum a si própria. Sente-se inferior, e por vezes até pensa que não é a mesma pessoas sem os seus tão prestimosos acessórios de beleza e a exagerada e nociva dose maquilhagem que retocam de hora em hora -_____-'
Também pode ser alguém que não tem percepção daquilo que é, ou então tem, mas tende a vestir o que não gosta, a maquilhar-se baseada nos gostos de outrem, ou até mesmo para esconder aquilo que realmente é, seja ela feia, ou bonita. Tudo unicamente para parecer uma autêntica barbie, super inatingível e completamente intocável. No fundo, tudo para agradar a quem, provavelmente, nem nela repara -.-
Uma pessoa fútil, destaca-se pela sua conversa, pelas temáticas que aborda numa simples "tertúlia de café". E não se espantem se uma pessoa de repente se levantar e pura e simplesmente sair da vossa beira. Talvez já não aguente mais ouvir-vos, porque na realidade vocês só falam de modelos, de desfiles e das novas tendências Outono/Inverno Gucci. Não neguem a vossa incapacidade de controlar a dependência que têm de produtos de beleza, e assumam de uma vez por todas que a vossa maior dificuldade é distinguir aquilo que é aceitável daquilo que é exageradamente piroso, pindérico, foleiro, até (!)
Não se falsifiquem meninas, não criem estereótipos ridículos sobre vocês mesmas, não façam com que os outros pensem que a vossa casa afinal não é um apartamento confortável, ou uma vivenda geminada, mas um ecoponto amarelo que não fala, porque se falasse, não diria nada ao mundo -.-
Sejam vocês mesmas, e à noite, quando retirarem essa máscara de macaca, quando se desfizerem de todos os vossos acessórios, e quando abandonarem esse pensamento ridículo de "eu tenho de atingir a perfeição, custe o que custar", olhem-se ao espelho e tentem identificar o vosso verdadeiro eu. ENCONTREM-SE A VOCES MESMAS.
Vocês não são perfeitas, nem nunca irão ser, percebem? Lamentem-se á vontade...
A vida não vive de aparências, mas a sociedade vive, infelizmente. No entanto não é isso que vos vai reconfortar quando abrirem a boca e só sair asneira, ou futilidades, sabiam? Ou então quando a beleza começar a desaparecer, com o tempo.
Por isso, maquilhem-se, vistam-se ao vosso gosto, tratem de vocês, dêem-se valor a vocês próprias, mas por favor não espantem as pessoas que passam por vocês na rua.
Eu sei, são manias, cada um tem as suas, porém há um aspecto de que nunca se devem esquecer: tratem primeiro do interior, e, se vos esqueceres do exterior, deixem lá isso.
Amanhã é outro dia, e ninguém vai gostar mais de vocês porque são mais lindas (mas falsas) por fora (...)
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"Raquel, esquadra"

Assunto: Atirei uma balão de água na noite de Halloween"





O que é que se pode pensar sobre uma pessoa que apresenta uma queixa na GNR usando como história "fui agredida por uma garrafa de vidro com água enquanto ia a passear", quando na realidade apenas levou com um balao de água no braço?
Não, não estou a brincar, a mulherzinha afirmava vivamente que lhe doía muito o braço, que estava a ficar inchado, que estava toda molhada e alegava ainda que tinha três filhos em casa e, que áquela hora, já estavam a dormir. (Eram 21:30h, aproximadamente).
O seu marido, que foi quem teve a brilhante ideia de vir atrás do nosso carro, acusava-nos de tudo e mais alguma coisa e ameaçava com extrema arrogância que iria apresentar uma queixa na esquadra.
E agora digam-me se estes dois senhores não tem serios problemas mentais, mesmo que a senhora tenha ficado com o braço vermelho meia hora que fosse.
Muito sinceramente? Escumalha deste género, devia ser exterminada.
Porra, olha fazerem-me perder tempo com uma porcaria destas!
Poupem-me sff.
A sério, tenho mais que fazer, gente -____-'
Ás vezes fico XOQUÊ com algumas coisas que me acontecem...!


PS: a senhora afirmava ter uma pulseira que rebetou com o choque fortíssimo do balao de água que lhe fora atirado. Ah, convém dizer que embora o carro viesse em andamento, nao vínhamos a mais de 60km/h.
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Auto-retrato


Por muito que tente, não consigo chegar a uma conclusão minimanente lógica sobre o que realmente vai na cabeça de algumas pessoas.
É certo que há mecanismos de defesa que divergem de pessoa para pessoa mas mesmo que consideremos isto um facto, acho essencial que as pessoas optem, inicialmente, por olharem para si próprias e auto-analizarem-se.
Começar, primeiro, por identificar as suas qualidades, mas principalmente os defeitos, e tentar corrigi-los e não argumenta-los :x
Para além de ser uma notória perda tempo, só pioram ainda mais o cenário para o seu lado ao mesmo tempo que confundem os outros, contradizendo-se sistematicamente.
Respostas de improviso, argumentos inventados, expressões faciais que tentam demonstrar o lado antagónico daquilo que verdadeiramente se está a sentir (ou não), só complicam a situação, e condicionam um possível relacionamento razoável, sem atritos.
É certo que há boatos, e que "quem conta um conto, acrescenta um ponto", no entanto, para haver um boato, tem de existir um foco central, uma origem, uma fonte por detrás deste.
Desculpem pessoas egocêntricas, mas é assim que eu penso :|
É a minha opinião, e obviamente que vale tanto como isso.
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